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E se lhe restasse todo o mudo?

Em Blecaute três jovens universitários, Martina, Mário e Rindu, que após uma palestra de Espeleologia, a ciência que estuda as cavernas, decidem montar um grupo para realizar estudos sobre o assunto, e, em um feriado prolongado, resolvem colocar os estudos em prática e vão para Betari, uma região cheia de cavernas no Vale do Ribeira. Enquanto cochilavam dentro de uma das  cavernas, o nível da água do riacho que por lá passava subiu, deixando-os  presos por aproximadamente três dias.
Quando conseguem sair, acham tudo parado: os carros no meio da rua,  nenhum barulho pela movimentada São Paulo. E as pessoas?  Todas  imóveis, duras,  como se estivessem cobertas por uma camada de plástico.  O mundo acabou?  Porque só eles sobreviveram?
O que você faria no lugar deles? Começaria a procurar uma explicação? Eles  também começaram. Mas... Não encontraram. Só descobriram que agora poderiam
fazer tudo o que quisessem, pegar qualquer coisa que ninguém irira reclamar. Parece bom, né?
E agora? Ter tudo a sua disposição é bom ou não? Você ficariam entediado? Será que os humanos voltarão a se mecher?
Rindu, com suas reflexões, nos guia pelo "mundo vazio" e respode as esta questões. Ainda estou decepcionada com o fim do livro, mas é uma leitura que vale a pena.
Sobre o autor: Marcelo Rubens Paiva (São Paulo, 1959) é um escritor, autor teatral e jornalista brasileiro Nascido em São Paulo em 1959, aos 11 anos de idade sofreu o primeiro grande baque de sua vida: o desaparecimento do pai (o ex-deputado federal Rubens Paiva) pela ditadura militar.Um despertar violento da consciência política. Estudou na USP e Unicamp. E então aos 20 anos de idade , ele sofreu o segundo grande baque: um acidente que o deixou tetraplégico. Hoje, com muita fisioterapia, voltou a locomover as mãos e os braços. Desde 1989, depois que estudou dramaturgia no CPT do Sesc, em São Paulo, ele estreou no teatro com a peça 525 Linhas, dirigida por Ricardo Karman. Em 1998, estreou E aí, Comeu?, peça dirigida por Rafael Ponzi, que depois mudou de nome pra Da Boca Pra Fora. Com ela, ganhou o Prêmio Shell, melhor autor, em 2000.
Atualmente escreve em:  http://blogs.estadao.com.br/marcelo-rubens-paiva/

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